Ouro amarelo, ouro vermelho, ouro branco e ouro verde 4. Como os alquimistas produziam ouro 6. O brilho da fama 7. Verdadeiro como ouro 8. A cor da beleza. Os trajes dourados A cor do luxo O bezerro de ouro e o ganso de ouro. A cor do deslumbramento O ouro dos pintores A cor decorativa Sempre comparada ao ouro 3.
A mais veloz das cores — contudo, sempre em segundo lugar 4. O nome do gigante e da platina 5. A cor do vil metal 7. Distante e fria O brilho moderno Mais singular e mais elegante que o dourado O cinza embelezado Marrom: mal-amado e onipresente 2. A cor do aconchego 5. A cor de mais forte sabor 6. A cor da falta de refinamento 8. O marrom dos pobres 9. A cor do amor secreto Por que a pele bronzeada se tornou um ideal de beleza?
A cor de todos os sentimentos sombrios 3. A cor do inamistoso 4. A cor da teoria 5. As zonas cinzas do secreto 7.
A cor da velhice A cor do esquecimento e do passado O cinzento dos artistas: o crisalho A cor dos inferiores e do grosseiro Os vestidos das grisettes A mediocridade desejada: a moda cinzenta dos homens Embora cada um trabalhe com suas cores individualmente, os efeitos devem ser universais.
Como agem as cores? Conhecemos muito mais sentimentos do que cores. O mesmo verde pode atuar de modo salutar ou venenoso, ou ainda calmante. O amarelo pode ter um efeito caloroso ou irritante. Em que consiste o efeito especial? O vermelho com amarelo e laranja tem outro efeito do que o vermelho com preto ou violeta; o verde com preto age de modo diferente do que o verde com o azul. AZUL A cor predileta. Do azul real ao azul jeans. Com o verde, o azul divino se torna o azul humano.
Quanto mais distante o vermelho estiver, mais azulado se torna. Com o aumento da profundidade, todas as cores se dissolvem em azul. A Sra. Staete traja um vestido azul.
Uma segunda fita azul foi costurada na parte interna da cintura do vestido. Laranja, como a terceira cor da fantasia, simboliza o prazer das ideias malucas. Assim, eles pintavam cavalos azuis. Yves Klein pintava quadros totalmente azuis. Para Klein, o azul era a cor das possibilidades ilimitadas.
Essa cor domina seus quadros, pois foram feitos para serem objetos de luxo. Nos pedidos do pintor, ele anotava exatamente a quantidade de ultramarino, e de que qualidade, seria utilizada, e em que partes do quadro. O custo dessa cor foi anotado em separado na fatura.
Na pintura antiga, a tinta era aplicada em muitas camadas, cada tom de cor resultava da mistura visual ideal das cores, depois de aplicadas umas sobre as outras. Toda e qualquer cor que fosse luminosa era considerada banal e kitsch. Em , conseguiu-se fabricar um novo azul — o azul cobalto.
Para Van Gogh, o azul cobalto era o azul divino. Contudo, os peritos desaconselham seu uso, pois ele desbota. Faz muito sentido que o azul seja a principal cor do masculino. Contudo, pela simbologia antiga, o azul era a cor do feminino. A algumas cores correspondem predominantemente nomes de meninas, a outras, nomes masculinos. Do nome latino caelestis — azul-celeste — foram compostos os nomes Celestina, Celina, Coelina, Selina.
E por isso, costuma-se atribuir quase sempre o feminino azul ao signo de Virgem. Como Nossa Senhora das Dores, ela traja um vestido de um azul profundo. Mas nem sempre Maria traja azul. O azul luminoso, perto do vermelho luminoso, produz um indesejado contraste cintilante. Assim foi em A virgem do chanceler Nicholas Rolin, de Jan van Ey ck , que representa Maria ao lado do rico chanceler Rolin, que mandou pintar o quadro para si. Em , em Lourdes, a Virgem Maria apareceu junto a uma fonte diante de Maria Bernardette Soubirous, uma adolescente de 14 anos.
Carlos Magno ordenou o cultivo da Isatis tinctoria em todo seu reino. As folhas de pastel eram maceradas e depois secas ao sol. Tingir de azul exigia que o tempo estivesse bom — era preciso fazer calor por pelo menos duas semanas. Em seguida, eram lavados, mais uma vez, em urina. O pastel tinha ainda uma vantagem adicional: podia se armazenar por prazo indeterminado. Em , os que tentavam proteger o pastel tiveram que capitular. Um ano mais tarde, o pastel deixou de ser cultivado na Alemanha.
Depois, o verde artificial. Em , aconteceu o que se temia. A batalha decisiva eclodiu. Ela durou quinze anos. Todos os testes obtinham resultados cem por cento positivos.
Por que os prussianos usavam azul-escuro? Na Primeira Guerra Mundial, as cores desapareceram dos uniformes. Um azul-claro e brilhante era cor nobre, era o azul da nobreza. Bleu de Genes se americanizou para blue jeans.
O limitado colorido da atual moda para homens faz do azul — seguido pelo cinza — a cor preferida para ternos. E era verdade. A vestimenta tornou-se mais barata do que nunca, qualquer um podia — e devia — usar constantemente alguma coisa nova.
Foi a era do consumo. Os modistas finalmente tiveram que imitar o azul desbotado com outros corantes. Em , apareceu o romance de Novalis Heinrich von Ofterdingen. Nele, um jovem poeta, Henrique, sonha com uma flor azul que cresce entre rochas azuis, junto a uma fonte azul. No estrangeiro, ele conhece Matilde. Esse conceito nasceu em , em Londres. Seus encontros eram acontecimentos culturais.
Significavam que o que ali acontecia nada tinha a ver com a riqueza e o luxo ao se vestir, e sim, com a cultura. Os blue-stocking clubs eram locais privados onde se reuniam pessoas culturalmente engajadas.
Antigamente, as cartas dos diretores de escola, comunicando que o aluno teria que repetir o ano, eram enviadas dentro de um envelope azul. A bandeira da Europa existe desde Hoje, consideramos os olhos azuis como os de cor mais bonita.
E, naturalmente, se protegiam do sol, para assim proteger sua pele clara. Depois para verde e amarelo — pois o verde e o amarelo descrevem coisas que podemos comer. A cor da felicidade e do perigo. A cor da felicidade 7. Quase todos respondem: vermelho, violino, martelo. De verdades transculturais?
Ou apenas mais escuro do que o do amor? E como seria o vermelho do perigo? Naturalmente, o amor pode ser vivenciado em mais cores do que as que foram generalizadas pelos simbolismos. As cores do amor oscilam tanto quanto as alegrias e as dores ligadas a ele. Os judeus fugiram do Egito. Aqui se liga o simbolismo do fogo com o simbolismo do sangue. Apesar de o ouro ser menos pensado como cor e sim como metal nobre, de tal forma que o vermelho passa a ser a cor principal da felicidade.
Na festa chinesa do Ano Novo, que coincide com nosso Natal, pregam-se cartazes vermelhos onde se leem votos de felicidade para o novo ano, escritos em letras douradas. No romance de Pearl S.
E, em termos visuais, o vermelho sempre se projeta. Valia a lei: cores luminosas para os ricos, cores opacas para os pobres. O verde era uma cor pequeno- burguesa. No Renascimento, o vermelho era a cor mais apreciada por homens e mulheres, por jovens e por idosos.
O Gotha, livro da nobreza em que figuram todos os nobres, encontra-se tradicionalmente encadernado em vermelho. Apenas os nobres estavam autorizados a usar sapatos de saltos vermelhos.
E o tingimento em vermelho demandava um trabalho intenso. Qualquer um tem uma cama! O vermelho dos insetos mexicanos era mais bonito, mais intenso.
Foram descobertas as anilinas. Mas seu quilo custava marcos, ao passo que o quilo de corante natural custava 60 marcos. Os camponeses franceses capitularam. Assim como aconteceu com o pastel, a granza desapareceu. Em seu lugar, os camponeses passaram a cultivar vinho. Por isso os guerreiros usavam vermelho ou se pintavam com essa cor.
A papoula simboliza o sangue dos soldados, derramado nos campos de batalha onde essas flores nascem. Uma margem vermelha. O violeta ressalta o erotismo do vermelho como nenhuma outra cor. As mulheres acostumadas a usar o vermelho com violeta ou rosa, em sua maioria, estudaram arte.
A pintora Elvira Bach e a designer Paloma Picasso faziam uso frequente de vermelho e rosa choque em seus amplos vestidos de noite. O diabo veste vermelho e preto.
Na Irlanda, onde abundam os ruivos, a coisa era outra. Em E o vento levou Em , os jacobinos elegeram a bandeira vermelha como bandeira da liberdade. Os carrascos se vestiam de vermelho. Para um refrigerante como a Coca-Cola, de efeito estimulante, nenhuma cor cai melhor que o vermelho. Por volta de , o vermelho ainda era a predileta entre as cores.
Todos podem testar esse fato por si mesmos. Tampouco as abelhas e outros insetos veem o vermelho, e sim o ultravioleta. Acontece logo, ou precisa de um tempo? Rio de Janeiro: Nova Fronteira, Jogos teatrais. Nova Escola, 1o jan. O ouvido pensante.
As tecnologias trouxeram muitas possibilidades para conhecer e criar arte. Base Nacional Comum Curricular. O professor, como educador, assumiu uma nova postura diante da sala de aula e do conhecimento. Para isso, o professor precisa estar atento aos movimentos e percursos dos alunos. O que deu certo? Que aprendizagem ocorreu? Assim, debata sempre com os alunos sobre o que eles aprenderam e o que eles gostariam de saber mais. De que forma organizar isso na escola?
Como deve ser esse trabalho de curadoria? Trata-se de um conjunto de dez atividades e seus respectivos gabaritos destinadas ao aluno, acompanhadas de fichas que podem ser preenchidas pelo professor. I, de J. Belo Horizonte: Itatiaia, New York: Verso Book, BOAL, Augusto. Lei no 9. Lei no Estilos, escolas e movimentos. Curitiba: Criar, Rio de Janeiro: Paz e Terra, Pedagogia do Oprimido. Porto Alegre: Artmed, Education for Socially Engaged Art. New York: Jorge Pinto Books, A orquestra tim-tim por tim-tim.
Travessias para fluxos desejantes do professor-propositor. Santa Maria: Ed. UFSM, Lygia Clark: obra e trajeto. Frevo, capoeira e passo. Recife: Companhia Editora de Pernambuco, A pedagogical turn: brief notes on education as art. Fillip, Vancouver, n. Acesso em: 22 set. Le geste musical. Curating and educational turn. Arte para aprender. Somos seres culturais. Nosso estudo quer ajudar a desvendar essas linguagens para compreender e fazer arte. A arte que se dirige ao longe e a arte que aponta para ela mesma.
A palavra na arte, palavra-poema, palavra-imagem, palavra em cena, palavra-som. Os tempos da arte podem se misturar, somar e existir juntos. Desenho M. Que marcas um conflito pode deixar em nossa cultura? Poderiam emergir novas linguagens influenciadas pelos traumas de uma guerra? Mistura Urbana. Acesso em: 8 nov. Acesso em: 9 nov. Acesso em: 7 nov. Planejar e construir Observe a imagem ao lado. Que materiais foram usados? Que tal conversar com um deles? Misture bem. Combine com os colegas e com o professor!
Cite uma obra em que isso acontece e por que acontece. Respostas pessoais. E hoje, com a internet e os celulares? E os computadores, tablets e celulares? Os artistas perceberam nessa tecnologia um grande potencial como linguagem.
Fotografia de Cogul, Cova dels Moros, Espanha. Esse material pode ser ampliado ao longo dos estudos e retomado para avaliar como e quanto os alunos aprenderam. Vamos descobrir o que representam e quem as produziu? Aproveite para estimular os alunos a perceber essa forma diferente de escrever um livro. Robert W. Se achar conveniente, sugira aos alunos que formem duplas para criar os poemas. Compare as duas imagens.
O que podemos notar? Consegue reconhecer as palavras? Converse com os alunos sobre os textos de apoio que. Eu leio palavras ou vejo uma forma? As letras formam palavras. As palavras formam imagens. Imagem verbal e visual de maneira integrada. Formas diferentes de se expressar. Julio Plaza. O livro como forma de arte. Acesso em: 9 out. Que forma tem a sombra de uma forma? Quando eu fotografo, que imagem se forma?
O que a sombra na fotografia contorna? Artistas que de-. Eles querem se expressar por imagens ou palavras? Ou tudo junto criado ao mesmo tempo? O que os alunos pensam sobre isso?
Biografia do poeta. Biografia do artista. Site do artista. No entanto, o professor pode ampliar da seguinte forma: 1. Reparou como uma mesma letra pode se apresentar de maneiras diferentes? Muitos artistas trabalham com letras e palavras, explorando suas formas e seus sentidos, ao mesmo tempo. Fotografando, transformam luz e sombra em poesia. O artista e professor Wellington Martins cria retratos utilizando palavras e os divulga em seu perfil em uma rede social.
Ao lado, o retrato com palavras de Harry Potter. Olhe ao seu redor! Toda poesia. Trata-se de um poema visual do poeta curitibano Paulo Leminski Esse artista gostava de jogar com as palavras, criando uma poesia visual inspirada no Haikai.
Observe o poema visual apresentado. As palavras e as formas apontam quais ideias? Resposta pessoal. Comente com os alunos que o movimento de Arte concreta mudou o modo de fazer imagens e poemas.
Isso aconteceu. Podemos dizer o que sentimos e pensamos por meio da arte. Compartilhamos sentimentos e ideias. Ao criar arte, podemos escolher por quais caminhos nos expressar, por meio das imagens, dos gestos, dos sons, das palavras Site oficial do artista.
Biografia do escritor. Revista Famecos, Porto Alegre, n. Aquele que tem contato com a arte a recria em sua mente. Na literatura, tivemos a poesia concreta dentro do movimento concretista. Augusto de Campos. Site oficial do poeta. Acesso em: 2 nov. A arte de vanguarda no Brasil e seus manifestos. Revista IEB, Entrevista com Augusto de Campos. Acesso em: 12 out. Como identificar e diferenciar a arte da tecnologia? PalavrArte Vamos criar usando imagens abstratas e explorando os elementos de linguagem visual?
Acompanhe os procedimentos indicados a seguir. Brinque com essa ideia. Oficina 2 — Poemas tridimensionais Que tal transformar a poesia criada na Oficina 1 em um poema tridimensional? Vamos usar caixas para isso. Primeiro, vamos colorir todos os lados da caixa. Site oficial do museu. Nesse caso, escolha as letras por cor, tipo e tamanho e comece a criar. Incentive os alunos a criar uma poesia concreta inspirados nos artistas concretistas. Vamos conhecer algumas obras de Arte concreta?
Por meio de linhas, Cordeiro criou movimento. Para onde caminha seu olhar? Sugerimos a seguinte pauta para pesquisa:. Esse artista concretista foi um dos pioneiros no uso de tecnologias para criar imagens. O capital no um livro de leitura, mas de estudo e reexo. Apesar do estilo sarcstico e irnico de Marx, sobretudo dirigido aos sicofantas do liberalismo, da livre iniciativa e do livre mercado trs construes ideolgicas de notvel fora , em que o Mouro se eleva por vezes altura dos grandes clssicos que ele amava, Homero, Shakespeare e Dante, para citar apenas esses gigantes, O capital de leitura difcil, s vezes quase.
Quem espera que este livro comece pelo exame do capital, prepare-se para um anticlmax: Marx examina antes de tudo a mercadoria e sua formao, pois o capitalismo continua a ser, mesmo em sua fase amplamente financeirizada, um modo de produo de mercadorias.
Na grande tradio de que talvez Maquiavel seja o mais emblemtico, deslocando a cincia da poltica do terreno da busca do bem comum, to cara a Aristteles e aos tomistas, e trazendo-a para o lugar concreto das lutas pelo poder, Marx opera o deslocamento da economia poltica para a luta de classes, segundo ele a chave para a compreenso da sociedade, particularmente a sociedade capitalista; sem abandonar, posto que era um revolucionrio mas no um iconoclasta vulgar, as grandes contribuies dos clssicos Adam Smith e David Ricardo sobretudo este ltimo como os fundadores da cincia que podia decifrar a vida contempornea.
Colocando o corpo do capitalismo sobre a lpide fria da realidade, Marx procede como um anatomista; abre o interior do sistema para uma sistemtica explorao e depara-se com a simultnea maravilha do corpo e de sua misria, no sentido de sua intrnseca e fatal deteriorao o horror, na clebre frase de Marlon Brando em Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola.
Em muitas partes, essa minuciosa descrio contm as passagens mais difceis e mais ridas do texto, diante das quais no se deve recuar. O capital no uma bblia, nem sequer talvez um mtodo, mas, como o prprio subttulo que Marx lhe deu, uma contribuio crtica da economia poltica.
Esse o caminho e certamente como crtica ele no aborda, seno tangencialmente, algumas das principais estruturas do capitalismo contemporneo, seus problemas e pontos de superao. Mas, como um dos textos fundamentais da modernidade, ele abre as portas para sua compreenso no contexto das lutas de classes de nosso tempo, tarefa para a qual so chamadas as mulheres e os homens empenhados na transformao, esse trabalho de Ssifo ao qual estamos condenados at o raiar de uma nova era.
Seo I Mercadoria e dinheiro Captulo 1 - A mercadoria 1. Os dois fatores da mercadoria: valor de uso e valor substncia do valor, grandeza do valor 2. O duplo carter do trabalho representado nas mercadorias 3. A forma de valor [Wertform] ou o valor de troca A A forma de valor simples, individual ou ocasional B A forma de valor total ou desdobrada C A forma de valor universal D A forma-dinheiro 4. O carter fetichista da mercadoria e seu segredo Captulo 2 - O processo de troca Captulo 3 - O dinheiro ou a circulao de mercadorias 1.
Medida dos valores 2. O meio de circulao a A metamorfose das mercadorias b O curso do dinheiro c A moeda. O signo do valor 3. Dinheiro a Entesouramento b Meio de pagamento c O dinheiro mundial. A frmula geral do capital 2. Contradies da frmula geral 3. A compra e a venda de fora de trabalho. O processo de trabalho 2. O processo de valorizao Captulo 6 - Capital constante e capital varive Captulo 7 - A taxa do mais-valor 1.
O grau de explorao da fora de trabalho 2. Representao do valor do produto em partes proporcionais do produto 3. A ltima hora de Senior 4. O mais-produto Captulo 8 - A jornada de trabalho 1. Os limites da jornada de trabalho 2. A avidez por mais-trabalho. O fabricante e o boiardo 3. Ramos da indstria inglesa sem limites legais explorao 4.
Trabalho diurno e noturno. O sistema de revezamento 5. A luta pela jornada normal de trabalho. Limitao do tempo de trabalho por fora de lei. A legislao fabril inglesa de a 7. Repercusso da legislao fabril inglesa em outros pases Captulo 9 - Taxa e massa do mais-valor.
A dupla origem da manufatura 2. O trabalhador parcial e sua ferramenta 3. As duas formas fundamentais da manufatura manufatura heterognea e manufatura orgnica 4. Diviso do trabalho na manufatura e diviso do trabalho na sociedade 5. O carter capitalista da manufatura Captulo 13 - Maquinaria e grande indstria 1. Desenvolvimento da maquinaria 2.
Transferncia de valor da maquinaria ao produto 3. Efeitos imediatos da produo mecanizada sobre o trabalhador. Trabalho feminino e infantil b Prolongamento da jornada de trabalho c Intensificao do trabalho 4.
A fbrica 5. A luta entre trabalhador e mquina 6. A teoria da compensao, relativa aos trabalhadores deslocados pela maquinaria 7. Repulso e atrao de trabalhadores com o desenvolvimento da indstria mecanizada.
Crises da indstria algodoeira 8. O revolucionamento da manufatura, do artesanato e do trabalho domiciliar pela grande indstria a Suprassuno da cooperao fundada no artesanato e na diviso do trabalho b Efeito retroativo do sistema fabril sobre a manufatura e o trabalho domiciliar c A manufatura moderna d O trabalho domiciliar moderno e Transio da manufatura e do trabalho domiciliar modernos para a grande indstria.
Acelerao dessa revoluo mediante a aplicao das leis fabris a esses modos de produzir [Betriebsweisen] 9. Legislao fabril clusulas sanitrias e educacionais. Sua generalizao na Inglaterra Grande indstria e agricultura. Seo V A produo do mais-valor absoluto e relativo Captulo 14 - Mais-valor absoluto e relativo Captulo 15 - Variao de grandeza do preo da fora de trabalho e do mais-valor I. Grandeza da jornada de trabalho e intensidade do trabalho: constantes dadas ; fora produtiva do trabalho: varivel II.
Jornada de trabalho: constante; fora produtiva do trabalho: constante; intensidade do trabalho: varivel III. Fora produtiva e intensidade do trabalho: constantes; jornada de trabalho: varivel IV. Variaes simultneas na durao, fora produtiva e intensidade do trabalho Captulo 16 - Diferentes frmulas para a taxa de mais-valor. O processo de produo capitalista em escala ampliada.
Converso das leis de propriedade que regem a produo de mercadorias em leis da apropriao capitalista 2. Concepo errnea, por parte da economia poltica, da reproduo em escala ampliada 3. Diviso do mais-valor em capital e renda. A teoria da abstinncia 4. Circunstncias que, independentemente da diviso proporcional do mais-valor em capital e renda, determinam o volume. O assim chamado fundo de trabalho Captulo 23 - A lei geral da acumulao capitalista 1.
Demanda crescente de2,5 fora de trabalho com a acumulao, conservando-se igual a composio do capital 2. Diminuio relativa da parte varivel do capital medida que avanam a acumulao e a concentrao que a acompanha 3.
Produo progressiva de uma superpopulao relativa ou exrcito industrial de reserva 4. Diferentes formas de existncia da superpopulao relativa. A lei geral da acumulao capitalista 5. Ilustrao da lei geral da acumulao capitalista a Inglaterra de a b As camadas mal remuneradas da classe trabalhadora industrial britnica c A populao nmade d Efeitos das crises sobre a parcela mais bem remunerada da classe trabalhadora e O proletariado agrcola britnico f Irlanda Captulo 24 - A assim chamada acumulao primitiva 1.
O segredo da acumulao primitiva 2. Expropriao da terra pertencente populao rural 3. Legislao sanguinria contra os expropriados desde o final do sculo XV.
Leis para a compresso dos salrios 4. Gnese dos arrendatrios capitalistas 5. Efeito retroativo da revoluo agrcola sobre a indstria. Criao do mercado interno para o capital industrial 6. Gnese do capitalista industrial 7. O primeiro livro de O capital: crtica da economia poltica Das Kapital: Kritik der politischen konomie , intitulado O processo de produo do capital Der Produktionsprozess des Kapitals , o nico volume da principal obra de maturidade de Karl Marx publicado durante a vida do autor, morto em Seu lanamento pela Boitempo num investimento editorial de dois anos marca a 16 publicao da coleo Marx-Engels e parte do ambicioso projeto de traduzir toda a obra dos pensadores alemes a partir das fontes originais, com o auxlio de especialistas renomados.
Em Marx muda-se para a Inglaterra a m de ver de perto o que seria o estgio mais avanado do capitalismo de ento e, dessa forma, decifrar suas leis fundamentais. Enfermo e depauperado, passa os dias mergulhado em livros na biblioteca do Museu Britnico e, no ano seguinte, retoma o projeto de escrever O capital, sua obra mais sistemtica, trabalho de flego de anlise da estrutura da sociedade capitalista. O Livro I centrado no processo de produo do capital e nalizado em foi publicado em Hamburgo em , mas os seguintes no puderam ser concludos por Marx em vida.
Esta traduo da Boitempo se insere em um histrico esforo intelectual coletivo de trazer ao pblico brasileiro, em seu todo ou em verses reduzidas, a principal obra marxiana de crtica da economia poltica. Desde a dcada de circularam pelo Brasil ao menos quinze edies de O capital, em geral incompletas e traduzidas de outros idiomas que no o original alemo. Reconhecemos nas palavras do socilogo Francisco de Oliveira, em depoimento editora, a importncia dessas edies, geralmente lanadas em situaes polticas adversas: As obras de Marx e Engels tornaram-se acessveis ao pblico brasileiro graas aos esforos da antiga Editorial Vitria, uma espcie de brao editorial do Partido Comunista Brasileiro PCB , mas sempre foram fragmentadas, nunca se atrevendo edio integral de O capital.
Alm disso, e da represso ditatorial, a circulao dessas publicaes enfrentou diculdades poucos livreiros se atreviam a ter em suas estantes as obras da Editorial Vitria e as edies eram gracamente muito pobres. Mesmo assim prestaram um enorme servio cultura brasileira, de que a esquerda sempre foi uma notvel propulsora. As ltimas tradues de O capital para o portugus brasileiro de que me recordo deveram-se antiga editora Civilizao Brasileira liderada ento por nio Silveira , a cargo de Reginaldo SantAnna []; depois, na coleo Os Pensadores da Abril Cultural, Paul Singer coordenou outra traduo [], de Regis Barbosa e Flvio Kothe.
A presente traduo tem como base a quarta edio alem, editada por Engels e publicada em Hamburgo, em Todas as citaes em lngua estrangeira so reproduzidas de acordo com o original, acompanhadas de sua traduo em nota ou entre colchetes. As notas do autor so igualmente reproduzidas em sua numerao original. Para o. As notas de cada edio so identicadas pelas abreviaes N. MEW e N. As citaes no corpo do texto foram mantidas entre aspas, preservando os comentrios de Marx intercalados a elas.
As supresses em citaes foram feitas pelo prprio Marx e esto indicadas por [ O uso de aspas e itlicos segue em geral as normas internas da Boitempo. Por se basear na edio alem, a numerao de captulos difere das edies de O capital que seguem a publicao francesa. Por um lado, so anlises complementares, que abordam o livro sob perspectivas diversas: metodolgica, histrica e losocamente.
Por outro lado, contradizem-se algumas vezes, o que d uma pequena mostra da pluralidade de leituras dessa obra fundamental, com impacto marcante na histria da humanidade. Esto ainda includos os prefcios da primeira , segunda , terceira e quarta edies os dois ltimos assinados por Engels , alm do prefcio e do posfcio da edio francesa respectivamente, e e do prefcio da edio inglesa , assinado por Engels.
O apndice traz duas cartas escritas por Marx: uma a Engels Fred , de 16 de agosto de , e outra revolucionria russa Vera Ivanovna Zasulitch, de 8 de maro de Essa segunda carta, indita at , responde a indagaes de Zasulitch sobre as perspectivas do desenvolvimento histrico da Rssia e, em especial, sobre o destino das comunas aldes.
A breve resposta de Marx rearma que, de acordo com sua teoria, a fatalidade histrica de uma transformao revolucionria para alm do capital limitavase aos pases da Europa ocidental, que j haviam realizado a transio da propriedade privada fundada no trabalho pessoal para a propriedade privada capitalista.
A presente edio traz ainda: um ndice de nomes literrios, bblicos e mitolgicos; a bibliograa dos escritos citados por Marx e Engels; uma tabela de equivalncia de pesos, medidas e moedas; e uma cronologia resumida de Marx e Engels que contm aspectos fundamentais da vida pessoal, da militncia poltica e da obra terica de ambos , com informaes teis ao leitor, iniciado ou no na obra marxiana. Agradece ainda ao tradutor Nlio Schneider, que conferiu os trechos em grego, professora de qumica Rogria Noronha, pela consultoria a respeito de frmulas e nomenclaturas, e aos integrantes da MEGA2, Gerald Hubmann e Michael Heinrich.
Maro de Nota da traduo Na traduo de termos e conceitos empregados por Marx com um sentido especco e inusual como, por exemplo, naturwchsig, sachlich, dinglich, Materiatur , inserimos notas explicativas e, sempre que necessrio, o termo original entre colchetes.
A traduo do verbo aufheben imps alguns cuidados, pois ele possui trs sentidos principais: 1 levantar, sustentar, erguer; 2 suprimir, anular, destruir, revogar, cancelar, suspender, superar; 3 conservar, poupar, preservar2. Em O capital, Marx emprega a palavra principalmente na segunda acepo, mas muitas vezes tambm do mesmo modo que Hegel e Schiller como uma combinao da segunda e da terceira acepes.
Aqui, traduzimos aufheben, aufgehoben e Aufhebung por suprimir, suprimido, supresso, quando o termo aparece apenas na segunda acepo, e por suprassumir, suprassumido, suprassuno acompanhado do original entre colchetes quando parece evidente se tratar de um amlgama da segunda com a terceira acepo.
Assim, por exemplo, fala-se da suprassuno da cooperao do artesanato e do trabalho domiciliar pela grande indstria como forma superior da cooperao ou da suprassuno da atividade artesanal pela maquinaria como princpio regulador da produo social como princpio superior de regulao.
Em alguns dados estatsticos, apresentados nas tabelas entre as pginas e , o leitor eventualmente notar algumas variantes entre os nmeros aqui apresentados e os de outras edies, que se baseiam no texto da MEW.
Com a nalidade de aprimorar a experincia de leitura no formato digital e manter a coerncia entre a verso eletrnica em suas diversas plataformas de leitura e a verso impressa deste livro, optou-se por manter a numerao de pginas da verso impressa nas remisses desta edio eletrnica. Desta forma, procurou-se manter unidade para ns de referncia e citao entre verso eletrnica e impressa. Adverte-se, portanto, que o contedo original do livro se mantm integralmente reproduzido.
Em , vinha luz, na Alemanha, a primeira parte de uma obra intitulada O capital. Karl Marx, o autor, viveu ento um momento de plena euforia, raro em sua atribulada existncia. Durante quase vinte anos, penara duramente a m de chegar a este momento o de apresentar ao pblico, conquanto de maneira ainda parcial, o resultado de suas investigaes no campo da economia poltica. No se tratava, contudo, de autor estreante. Quem j publicara Misria da losoa, Manifesto do Partido Comunista, As lutas de classes na Frana de a , O 18 de brumrio de Lus Bonaparte e Para a crtica da economia poltica podia avaliar com justicada sobranceria o prprio currculo.
No entanto, Marx armava que, at ento, apenas escrevera bagatelas. Sentia-se, por isso, autor estreante e, demais, aliviado de um fardo que lhe vinha exaurindo as foras. Tambm os amigos e companheiros, sobretudo Engels, exultavam com a publicao, pois se satisfazia anal a expectativa tantas vezes adiada. Na verdade, pouqussimos livros dessa envergadura nasceram em condies to difceis. Do liberalismo burgus ao comunismo Esse homem, que vivia um intervalo de conscincia pacicada e iluminao subjetiva em meio a combates polticos, perseguies e decepes, nascera em , em Trier Trves, francesa , sul da Alemanha.
Duas circunstncias lhe marcaram a origem e a primeira educao. Trier localiza-se na Rennia, ento provncia da Prssia, limtrofe da Frana e, por isso, incisivamente inuenciada pela Revoluo Francesa. Ao contrrio da maior parte da Alemanha, dividida em numerosos Estados, os camponeses renanos haviam sido emancipados da servido da gleba, e das antigas instituies feudais no restava muita coisa na provncia. Firmavam-se nela ncleos da moderna indstria fabril, em torno da qual se polarizavam as duas novas classes da sociedade capitalista: o proletariado e a burguesia.
A essa primeira e poderosa circunstncia social se vinculava uma outra. As ideias do Iluminismo francs contavam com muitos adeptos nas camadas cultas da Rennia.
Quem pode suportar a severidade do julgamento que foi executado e ante o qual se derretem com medo? E desviou Eva. Eu vi os filhos dos Santos Anjos andando sobre chamas de fogo; suas roupas eram brancas, e suas vestimentas, e o brilho de suas faces, eram como neve.
And so there shall be length of days with that Son of Man, and the righteous shall have peace and an upright way in the name of the Lord of Spirits for ever and ever.
With you will be their dwelling, and with you their lot, and they will not be separated from you for ever and for ever and ever. E seus hospedeiros - como obedecem rapidamente. And whensoever it unites with the water on E o ano corresponde exatamente a dias. E naquele Portal ela brilha totalmente, e ela recua do Sol, e vem, em oito dias, para o sexto Portal do qual o sol nasce.
E novamente volta em sete dias para o quarto Portal, brilha totalmente, recua e vem para o primeiro Portal em oito dias. E dele vem chuva, e fertilidade, e prosperidade, e orvalho. And from the middle portal come in a direct direction health and rain and dew and prosperity; and through the third portal in the west come cloud and hoar-frost, and snow and rain, and dew and locusts.
Pode ter sido uma carta que Enoque deu a seu filho com o livro. E no segundo ano te levaremos do meio deles. Eu revelei tudo para ti, e te dei livros concernentes a todas estas coisas. E as ovelhas se unem e ficam prenhes. Enoque descreve um sonho perturbador que teve quando era jovem.
As Sentinelas podem ter dito a ele para dizer que foi um sonho. Em seguida A estrela em O touro branco no final de No final de Geometria Caem-USP, Porto Alegre: Reston, Caem-USP, [s.
Os cadernos dos alunos de Geometria. Campinas: iniciais do Ensino Fundamental Papirus, Pro- psicologia de Jean Piaget. Aprender pensando: contri- do Ensino Fundamental. Os Na vida dez, na escola zero. Os debates em torno das Alegre: Artmed, Rio de Janeiro: L. Recife: Sbem, Campinas: Papirus, Porto Alegre: Artmed, Paulo: Melhoramentos, O brincar e suas teorias.
Jogos tradicionais infantis. Curitiba: Ed. Porto: Porto Editora, A Multiplicity of Intelligences. American Presents, v. Conceber e avaliar manuais escolares.
Porto: Porto Porto: Porto Editora, Projeto Cadernos Cidine. Porto Artmed, Alegre: Artmed, A grande jogada: manual construti- dizagem. Porto Alegre: aula. Avaliar para promover: as setas do caminho.
Rio de Janeiro: do conhecimento. Editora 34, O construtivismo na sala de aula. Aprender a aprender. Crescer e pensar. A coragem de criar. Strasbourg: Irem, n.
Fronteira, Sim, mas como? Porto docente. O novo pacto educativo. Oficinas de recreio. Pensamento e linguagem. Martins Fontes, Porto -escola e 1o grau. A roda e o registro: uma parceria Porto Alegre: Artmed, Lisboa: Instituto Piaget, Formando professores profissionais. Alegre: Studio Nobel, O livro redondo.
Rio de Janeiro: Rocco, Projeto Pequenos Aprendizes. Conhecendo o real. Caramelos da alegria. As formas e as cores: anos. Contar de 1 a anos.
Projeto Meu Primeiro Livro Educativo. Quem faz os dias da semana? O menino que contava com os dedos. DVD, Cada Formato, Brincando com sucata. Caixa de jogos — Mate- Janeiro: Salamandra, CD-ROM, A princesa que tudo sabia Paulo: Brinque-Book, Enrosca ou desenrosca? Salada, saladinha: parlendas.
Para olhar e olhar de novo. Brincadeiras de todos os tempos.
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